quarta-feira, dezembro 07, 2016

O presidente do Irão, Mahmoud Ahmadinejad, está a soldo de Washington?

Em AANGIRFAN

Muitos líderes mundiais, de Marcos a Noriega e a Suharto, são reconhecidos como tendo sido agentes da CIA.

Os parágrafos seguintes incluem excertos de 'Condi and Iran' [Condoleeza Rice e o Irão] de Ron Jacobs no Counterpunch, em Março de 2006 (também aqui).


Excerto I

Uma rápida lição de história lembrar-nos-á que o Xá da Pérsia [Reza Pahlavi] foi investido em 1953 depois de um golpe contra o governo de Mohammed Mossadegh. O golpe foi organizado, financiado e dirigido por Kermit Roosevelt Jr. e pela CIA.

O incentivo para o golpe foi a decisão de Mossadegh para a nacionalização do petróleo iraniano...

O Xá foi colocado no poder pela CIA mas, mais tarde, começou a preocupar os americanos. Começou a tornar-se demasiado poderoso e demasiado independente.

Em 1979 o Xá foi derrubado no que terá sido provavelmente em parte uma operação da CIA.

A CIA podia ter substituído o Xá ou por uma democracia laica e independente ou por aiatolas. Um governo laico e independente poderia não ser simpático para as companhias petrolíferas e para Israel. Um governo laico e independente poder-se-ia tornar demasiado poderoso.


Excerto II

Aiatola Khomeini

Saindo não se sabe de onde, para o observador ocidental, o aiatola Khomeini apareceu na capital de Teerão, pronto para tomar as rédeas do governo revolucionário.

Foi noticiado que o MI6 britânico tinha ligações com Khomeini e voou com ele para Teerão.

(The use of the Muslim Brotherhood by MI6 and the CIA - A utilização da Irmandade Muçulmana pelo MI6 e pela CIA)

No escândalo Irão-Contras tornaram-se claras as relações estreitas da CIA com os aiatolas. Por outro lado, a combinação CIA/Pentágono/Israel não queria que o Irão se tornasse demasiado poderoso.

O agente da CIA, Saddam Hussein, foi utilizado para manter o Irão fraco. (Saddam Worked For The CIA - Saddam trabalhou para a CIA)

Mahmoud Ahmadinejad tornou-se presidente do Irão em 2005.

Há suspeitas de que Ahmadinejad é um agente ou está a soldo da CIA.


Excerto III

A corrente crise sobre o programa de energia nuclear do Irão é uma crise planeada por Washington...

Por qualquer razão, Ahmadinejad tem alinhado cordialmente com os planos de Washington ao fazer declarações belicosas e por parecer estar a esconder as intenções do programa nuclear...


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Em suma

As constantes declarações "provocatórias" de Ahmadinejad destinam-se a manter um estado de tensão permanente que favorece as intenções de Washington de conquista e domínio no Médio Oriente e Ásia Central.

A somar à suposta ocultação do "programa nuclear iraniano para fins militares" e à divulgação incessante de testes de novas armas - mísseis, lanchas, torpedos, etc., Ahmadinejad acusou o governo americano de ter perpetrado os atentados do 11 de Setembro, organizou uma conferência em Teerão onde negou o holocausto judeu, afirmou que Israel tinha de ser riscado do mapa e, alegadamente, apoia o Hamas, o Hezbollah e os Xiitas radicais no Iraque.

O Irão de Ahmadinejad, ao representar o papel de "grande inimigo do Ocidente", tem servido para justificar as chacinas levadas a cabo por Israel sobre palestinianos e libaneses e tem desviado as atenções das guerras de ocupação e dos genocídios perpetrados pelos EUA no Iraque, Afeganistão e que se estão a estender ao Paquistão.

«O Presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, voltou a colocar em causa a versão oficial dos atentados do 11 de Setembro nos Estados Unidos e acusa as autoridades norte-americanas de a usarem como pretexto para intervirem no Afeganistão.

"Qualquer coisa foi produzida em Nova Iorque e ainda ninguém sabe quem foram os principais autores. Nenhum partido independente foi autorizado a identificar os autores".
»


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Jornal Público - 12-12.2008

«Mahmoud Ahmadinejad, defensor de que o genocídio de judeus durante a II Guerra Mundial constitui um "mito" instrumentalizado para justificar a criação de Israel, Estado que Ahmadinejad quer ver "varrido do mapa".»
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segunda-feira, dezembro 05, 2016

A fraude do “consenso" de 97% dos cientistas sobre o "Aquecimento Global”

O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) realiza supostamente um dos trabalhos mais importantes do mundo. Procede a estudos e inquéritos sobre investigação da ciência climática e produz um relatório sobre esses dados. Este relatório é informalmente conhecido como a Bíblia do Clima.

Citada por governos em todo o mundo, a Bíblia do Clima é a razão pela qual toda a gente considera que as emissões de dióxido de carbono são perigosas. E é por causa dela que estão a ser introduzidos impostos sobre o carbono, que as contas da electricidade vão disparar e que novas e dispendiosas normas estão a ser promulgadas.

Nos Estados Unidos, o Energy Information Administration calcula que, até 2030 (daqui a 13 anos), as Taxas de Carbono para combater o "Aquecimento Global" vão criar mais de um milhão de desempregados e uma diminuição do Produto Interno Bruto num valor superior a um bilião de dólares ($US 1.000.000.000.000). Em suma: o planeta inteiro está num estado de grande ansiedade por causa de um relatório das Nações Unidas.

O que a maioria de nós não sabe, é que a Bíblia Climática está a ser produzida por mentirosos a soldo de uma agenda política bem definida.

Esta exposição, feita por uma jornalista investigadora, é o produto de dois anos de pesquisa. A sua conclusão: quase nada do que foi dito pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) é verdade. Tal como o "Consenso" de 97% dos cientistas sobre o “Aquecimento Global”

Nesta excelente e clarificadora entrevista, a jornalista investigadora Donna Laframboise põe a nu a Fraude do "consenso" de 97% dos cientistas sobre o "Aquecimento Global" e as mentiras do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC):


quarta-feira, novembro 30, 2016

Anne Frank - um exemplo da incompreensível rotatividade dos prisioneiros judeus pelos diversos campos de extermínio nazis


Sendo Auschwitz o maior, o mais completo e o mais eficaz dos campos de extermínio nazis, dispondo de cinco enormes câmaras de gás que chegavam a gasear 20 mil pessoas por dia, porque motivo, dos oito residentes da casa de Anne Frank (em Amsterdão) que foram levados para Auschwitz, cinco deles foram transferidos para outros campos e, dos três que ficaram, um sobreviveu, outro morreu na enfermaria e só um terá sido gaseado (segundo um único testemunho - o do pai de Anne Frank)?



A história de Anne Frank começa na Alemanha dos anos 20. Os seus pais, Otto Frank e Edith Holländer casaram-se numa sinagoga no dia 12 de Maio de 1925. Nove meses depois, no dia 16 de Fevereiro de 1926, a primeira filha do casal, Margot Frank, nasceu em Frankfurt am Main. No dia 12 de Junho de 1929, nasceu Annelise Frank (Anne Frank).

Em 1933, com a subida ao poder de Adolf Hitler, a família Frank decidiu mudar-se para a relativamente segura Amesterdão, na Holanda. Para tanto, no verão desse ano, a mãe Edith e as filhas Margot e Anne Frank foram morar com a avó materna Holländer, em Aachen, enquanto o pai, Otto Frank, partiu para Amesterdão para organizar as coisas. No dia 5 de dezembro de 1933, Edith e Margot, a mãe e a irmã de Anne Frank, mudaram-se para Amesterdão. Em Fevereiro de 1934, Anne Frank juntou-se aos pais em Amesterdão.

No verão de 1937, a família Van Pels trocou Osnabrück na Alemanha, por Amesterdão. No dia 1 de Junho de 1938, Otto Frank em parceria com Hermann van Pels inaugurou a empresa Pectacon B.V., especializada na produção de ervas utilizadas no tempero de carne. No dia 8 de Dezembro do mesmo ano, Fritz Pfeffer trocou a Alemanha pela Holanda. Em Março de 1939, a situação dos judeus na Alemanha começou a ficar intolerável.

Mesmo com muitos membros do Partido Nazi presentes no seu território, a Holanda tratava muito bem os seus refugiados judeus, e os Frank sentiram-se seguros juntamente com seus vizinhos judeus.

No dia 5 de Julho de 1942, Edith Frank recebeu um documento registado convocando Margot Frank para ir para Westerbork, um campo de triagem para judeus no norte da Holanda.

Diante de tal facto, Otto Frank, o pai de Anne Frank, decidiu antecipar a ida da família para o esconderijo localizado em Prinsengracht, 263 (local onde funcionava o seu escritório e que desde o ano anterior estava sendo preparado para se tornar o esconderijo da família caso fosse necessário).


A casa em Amesterdão onde se situava o Anexo Secreto

A 13 de Julho de 1942, a família Van Pels, Hermann, Auguste e Peter, mudou-se para o Anexo Secreto. No dia 16 de Novembro, Fritz Pfeffer chegou ao esconderijo como o oitavo clandestino.

Durante dois anos, os oito moradores do Anexo Secreto fizeram parte de uma grande família, morando num confinado espaço e vivendo sob o constante medo de serem descobertos pelos nazis e pelos seus simpatizantes. Foi durante este período que Anne Frank escreveu o seu famoso diário.

A 4 de Agosto de 1944, o Anexo Secreto foi invadido de surpresa pela polícia nazi e os moradores foram presos.

Depois de presos, os oito moradores do Anexo Secreto foram levados para uma prisão em Amesterdão, e no dia 8 de Agosto foram transferidos para Westerbork. A 3 de Setembro de 1944, foram todos deportados para Auschwitz (Polónia), onde chegaram no dia 6 de Setembro de 1944. À chegada ao campo de concentração de Auschwitz, Anne Frank e os outros sete residentes do Anexo foram poupados à morte nas câmaras de gás.

Auschwitz - para onde foram enviados os oito moradores do Anexo Secreto


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A família Frank

Otto Heinrich Frank, Edith Hollander Frank, Margot Frank e Anne Frank


Otto Heinrich Frank, pai de Anne Frank, foi o único dos oito moradores do Anexo a sobreviver, sendo libertado de Auschwitz pelo Exército Vermelho no dia 27 de Janeiro de 1945. Otto Frank morreu em Basileia, Suiça, no dia 19 de Agosto de 1980 com 91 anos.

Edith Hollander Frank, mãe de Anne Frank, morreu com 44 anos na enfermaria de Auschwitz-Birkenau, no dia 6 de Janeiro de 1945.

Margot Frank, a irmã mais velha de Anne Frank, foi transferida, por volta de 28 de Outubro de 1944, com Anne Frank e Auguste van Pels de Auschwitz para Bergen Belsen, campo de concentração perto de Hannover (Alemanha), onde morreu com 18 anos, possivelmente no final de Fevereiro de 1945, vítima da epidemia de tifo que matou milhares de prisioneiros no local. O seu corpo foi provavelmente enterrado nas valas comuns de Bergen Belsen.

Anne Frank foi transferida, por volta de 28 de Outubro de 1944, com a irmã e Auguste van Pels de Auschwitz para Bergen Belsen onde morreu com 16 anos, possivelmente no final de Fevereiro ou início de Março de 1945, vítima de tifo. Provavelmente o seu corpo também foi enterrado nas valas comuns do campo que foi libertado por tropas inglesas a 12 de Abril de 1945.


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A família van Pels

Hermann van Pels, Auguste van Pels e o filho Peter van Pels


Hermann van Pels morreu nas câmaras de gás de Auschwitz, de acordo com o único testemunho de Otto Frank, em Outubro ou Novembro de 1944, com 55 anos. Pouco depois as câmaras de gás foram desactivadas.

Auguste van Pels, esposa de Hermann van Pels, foi transferida de Auschwitz com Anne e Margot, por volta de 28 de Outubro de 1944, para Bergen Belsen. Em Fevereiro de 1945 foi transferida para Buchenwald, depois foi transferida para Theresienstadt em 9 de Abril de 1945, e aparentemente foi transferida para outro campo de concentração depois disso. É certo que não sobreviveu (???), mas não se sabe a data de sua morte.

Peter van Pels, filho dos Pels, foi forçado a participar da marcha da morte de Auschwitz a 16 de Janeiro de 1945 até ao campo de concentração de Mauthausen, Áustria, onde, segundo a Cruz Vermelha, morreu no dia 5 de Maio de 1945, com 18 anos, três dias antes do campo ser libertado pelas tropas americanas.



Fritz Pfeffer

Fritz Pfeffer

Fritz Pfeffer foi transferido de Auschwitz para Sachesenhausen e novamente transferido paro o campo de concentração de Neuengamme, onde morreu no dia 20 de Dezembro de 1944, com 55 anos, com uma inflamação nos intestinos.



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Em suma

Dos oito prisioneiros judeus, principais personagens do diário de Anne Frank, apenas três permaneceram em Auschwitz com sortes diferentes:

1 - Hermann Pels foi «gaseado» em Auschwitz segundo o testemunho de Otto Frank (o pai de Anne Frank).

2 - Edith Frank, mãe de Anne Frank, morreu na enfermaria de Auschwitz.

3 - Otto Frank, pai de Anne Frank, sobreviveu a Auschwitz, sendo libertado pelo Exército Vermelho.


Os outros cinco elementos foram todos transferidos, alguns por diversas vezes:

4 e 5 - As irmãs Margot e Anne Frank foram transferidas de Auschwitz para o campo de concentração de Bergen Belsen, onde morreram de tifo.

6 - Peter Pels foi transferido de Auschwitz para Mauthausen onde morreu três dias antes do campo ser libertado pelas tropas americanas.

7 - Fritz Pfeffer foi transferido de Auschwitz para Sachesenhausen e depois para Neuengamme, onde morreu com uma inflamação nos intestinos.

8 - Auguste Pels foi transferida de Auschwitz para Bergen Belsen, depois para Buchenwald, depois para Theresienstadt, e aparentemente para outro campo de concentração depois disso. Pensa-se que não terá sobrevivido.


Questão

Se o objectivo dos nazis era exterminar judeus, como se explica que deste grupo de oito judeus que se encontrava em Auschwitz, o local de extermínio nazi por excelência, apenas um tenha sido «gaseado», de acordo com o «único testemunho» de Otto Frank? E porque andaram os outros a saltar de campo em campo (tendo a senhora Auguste Pels passado por cinco campos de extermínio diferentes)?

segunda-feira, novembro 28, 2016

O «Aquecimento Global» possui dimensões morais, terroristas e artísticas, que a Ciência Climática teima em desconhecer…

The Christian Science Monitor – Harry Bruinius, Abril 28, 2015

«Pope Francis and climate change: why Catholic skeptics are so alarmed»


Papa Francisco e as mudanças climáticas: porque estão tão alarmados os cépticos católicos...

Na terça-feira, o Vaticano organizou uma conferência sobre as dimensões morais da mudança climática, e o papa terá preparado uma encíclica importante sobre o meio ambiente.



Nova Iorque (Reuters) - Com o Papa Francisco pronto para fazer um apelo muito forte para enfrentar as aterradoras ameaças das mudanças climáticas este ano, os cépticos católicos conservadores estão revoltados.

O Papa já preparou uma importante encíclica - ou guia moral para os 1,2 mil milhões de católicos - que, no final deste ano, enfatizará o imperativo de abordar o aquecimento global causado pelo homem. E na terça-feira, a Academia Pontifícia das Ciências e outras organizações organizaram uma cimeira no Vaticano chamada "Proteger a Terra, Dignificar a Humanidade: As Dimensões Morais da Mudança Climática e Desenvolvimento Sustentável", considerada uma reunião para ajudar a fortalecer o "Consenso Global" sobre a questão.


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The Washington Post - Juliet Eilperin - Dezembro, 4, 2015

«Making terrorism link, Obama says climate instability can lead to ‘dangerous’ ideology»


Estabelecendo a ligação [entre o Aquecimento Global] e o Terrorismo, Obama afirma que a instabilidade climática pode conduzir a uma ideologia "perigosa".



Obama: "O que sabemos é que - à medida que os seres humanos são colocados sob tensão, então acontecem coisas más", disse o presidente à co-anfitriã Norah O'Donnell, numa conversa gravada na quarta-feira.

"E, você sabe, se olhar para a história do mundo, quando as pessoas estão desesperadas, quando às pessoas começam a faltar alimentos, quando as pessoas - não são capazes de ganhar a vida ou cuidar de suas famílias - é quando surgem ideologias perigosas".


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Agence France-Presse - 14 Abril 2015

«Scientists claim climate change has already made an impact on music — here’s how»


Os cientistas afirmam que as Mudanças Climáticas já causaram um impacto na música – eis como:



Prevê-se que as mudanças climáticas interfiram em quase todas as áreas da vida - onde vivemos, o que comemos e com quem guerreamos.

Agora a música pode ser adicionada à lista.

Esta é a tese invulgar proposta por investigadores britânicos na terça-feira, que afirma que o tempo atmosférico tem, poderosa, mas discretamente, influenciado a trilha sonora das nossas vidas. E os gostos musicais vão provavelmente mudar à medida que o clima se alterar.

Será agradável ouvir a canção dos Beatles "Here Comes The Sun" quando se está a suportar mais uma longa e suada onda de calor?

"Estas premissas são de que certas condições meteorológicas são boas e certas condições climáticas são más, como, por exemplo, o sol é bom - pode mudar", afirmou a investigadora Karen Aplin, da Universidade de Oxford, à AFP, numa reunião da União Europeia de Geociências.

Na Europa, "as pessoas reagem: 'Oh, que bom!' Quando é verão", disse ela. Mas se estiverem 40 graus Celsius todos os Verões durante 10 anos ... isso pode mudar a forma como as pessoas sentem o clima e as emoções que as ligam."

Aplin e outros cinco cientistas pesquisaram mais de 15 mil canções pop, tendo encontrado suporte estatístico para a hipótese de que nossos estados de espírito são fortemente influenciados pelo clima. Estas emoções, por sua vez, expressam-se na música que os artistas compõem e naquilo que o público gosta de ouvir.

A equipa estudou algumas das canções mais populares de língua inglesa, principalmente dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha, dos anos 1950 até hoje. Procuraram títulos de músicas, nomes de bandas e letras para referências ao tempo. "Encontrámos cerca de 800", afirmou Aplin...


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Karen L. Aplin (Departamento de Física, Universidade de Oxford) e Paul D. Williams (Departamento de Meteorologia, Universidade de Reading)- Novembro 2011, Vol. 66, No. 11

«Meteorological phenomena in Western classical orchestral music»


[A influência] dos fenómenos meteorológicos na música clássica orquestral do ocidente



As representações do tempo atmosférico são comuns em todas as artes. Por exemplo, tem havido muito debate sobre fenómenos meteorológicos no trabalho de pintores como Monet e Constable (por exemplo Thornes, 1999, Baker e Thornes, 2006).

O tempo também tem tido destaque no ballet: William Forsythe terá passado muito tempo ao ar livre, observando formações de nuvens e mudanças de luz, como inspiração para seu trabalho: «Três Estudos Atmosféricos» (Siegmund, 2005).

Essas influências meteorológicas foram debatidas numa conferência de quatro dias sobre as estações na poesia, música e arte, realizada em Viena no início dos anos 80 (Wiesmann, 1985).

Apesar das claras influências noutras áreas das artes, tem havido muito pouco estudo sobre a inspiração meteorológica na música clássica ocidental. Como os amantes da música sabem, a sugestão de uma tempestade distante de alguns rufos de tímbalo pode ser tão evocativa como as ondas crepusculares retratadas por Constable. A habilidade da música para imitar os sons do tempo e indirectamente implicar estados de espírito mais subtis, talvez abra mais espaço para a expressão dramática do que as artes visuais e a literatura, que inevitavelmente se limitam a interpretações mais literais...

quinta-feira, novembro 24, 2016

Para evitar entrarmos noutra era glacial, o Dr. Arnold Reitze afirmava em 1970: "Seremos forçados a sacrificar a democracia pelas leis que nos vão proteger da poluição adicional"


Durante a década de 1970, os meios de comunicação promoveram o alarmismo climático global com ameaças terríveis de uma nova era glacial. Eventos meteorológicos extremos foram exagerados como sinais do apocalipse prestes a chegar e a poluição causada pelo homem foi considerada a principal causa. Os extremistas ambientais pediram tudo, desde a proibição do motor de combustão interna aos controles populacionais ao estilo comunista.



Há muito tempo que o homem tem tentado fazer algo mais do que falar sobre o tempo. Ironicamente e infelizmente, ele já pode ter feito muito mais do que imagina ou deseja.

De facto, se uma nova Idade do Gelo se abater sobre a Terra já nos próximos séculos, o homem - ou pelo menos os sobreviventes dos actuais milhares de milhões que ainda não foram asfixiados - podem ter de reconhecer que foram eles mesmo que o trouxeram.

Isto, no mínimo, parece ser a moral da última história de horror da frente da poluição. Desde o advento da Revolução Industrial, os detritos dos processos de fabricação têm-se acumulado na atmosfera a tal ponto que a terra está agora envolvida numa camada de poeira que tem o efeito de reflectir novamente para o espaço uma parte da energia irradiada pelo sol.

O resultado foi uma redução mensurável das temperaturas médias, não apenas em áreas industriais, mas em todo o mundo. Até agora, é apenas em fracções de um grau. Mas mesmo pequenas mudanças de temperatura, se prolongadas e generalizadas, podem ter efeitos surpreendentes sobre o clima e, consequentemente, sobre o desenvolvimento e sobrevivência de plantas e animais. Não seriam necessários muitos graus para desencadear a expansão renovada das massas de gelo polar.

A perspectiva é literalmente arrepiante. O irrevogável em controlo climático - 20 graus mais frio.

E se agora estamos acostumados, se não habituados, à ameaça física de poluição, aproxima-se um aviso que também pode ter consequências políticas terríveis.


Dr. Arnold Reitze, especialista em aspectos jurídicos da Universidade Case Western Reserve de Cleveland e Master of Public Health (M.P.H.) - Ciências da Saúde Ambiental na Universidade Johns Hopkins, sugere que a poluição, ou o esforço para controlá-la, pode ser fatal para o nosso conceito de uma sociedade livre.

Como prováveis e inevitáveis restrições sobre o indivíduo e a população, o Dr. Reitze sugere:

* Ilegalização do motor de combustão interna para veículos e ilegalização ou controlos apertados sobre todas as formas de combustão.

* Controlos rígidos sobre a comercialização de novos produtos, aos quais serão exigidos a prova de um potencial mínimo de poluição.

* Controlos em toda a investigação e desenvolvimento, que serão interrompidos à mínima perspectiva de poluição adicional.

* Possivelmente mesmo controlos populacionais, prescrição de um número de crianças por família e punição para quem exceder o esse limite.

Na opinião de Reitze, "Seremos forçados a sacrificar a democracia pelas leis que nos vão proteger da poluição adicional."


Contudo, nem tudo é desespero e desastre. A decisão do presidente Nixon em fazer um grande esforço administrativo na limpeza ambiental e, mais importante ainda, a contínua e crescente agitação pública são indícios esperançosos de que nem tudo está já necessariamente perdido.

Felizmente, o homem tem a capacidade, mesmo se muitas vezes de forma imperfeita, para aprender. Ele pode dizer que não sabia das consequências quando começou a transformar, e a devastar, o ambiente para seus próprios fins, muitas vezes questionáveis. Ele agora já sabe, e as medidas para corrigir os danos estão à mão ou em grande parte ao seu alcance.

Cabe-lhe fazer do conhecimento não uma coisa perigosa, mas, antes, a sua salvação de um futuro glacial e uma versão fumacenta de 1984 - [1984 - obra do autor britânico George Orwell, que retrata o quotidiano de um regime político totalitário e repressivo].

terça-feira, novembro 22, 2016

Aquecimento Global: Christopher Monckton arrasa os argumentos de uma activista do Greenpeace

Activista do Greenpeace: Soubemos que esta conferência era sobre pessoas que negavam as Alterações Climáticas...

Christopher Monckton: Claro, mas sabemos que existem Alterações Climáticas há 4 mil milhões de anos... e, sabendo disso, porque é que é contra as Alterações Climáticas agora?

Activista do Greenpeace: Porque nos últimos 80 anos as Alterações Climáticas aceleraram bastante e agora temos um grande problema, e temos de agir muito empenhadamente...

Christopher Monckton: Sim, mas os cálculos das Nações Unidas [IPCC] mostram que, excepto nos últimos 20 anos, nós não pudemos ter nenhum efeito sobre o Clima. Donde, sabendo que a Terra está a aquecer há 300 anos e, que, nos últimos 280 anos nós não tivemos nenhuma influência, você está a afirmar que nos últimos 20 anos tivemos algum impacto no Clima? Diga-me, nos últimos 10 anos (entrevista feita em 2009) quanto é que subiu a temperatura global?

Activista do Greenpeace: Tenho de adivinhar... diria 0,1 graus Celsius...

Christopher Monckton: Bom, na realidade desceu ligeiramente, cerca de 0,05 graus Celsius. De facto, a temperatura não aumenta de há 15 anos para cá. Agora, visto que não temos nenhum Aquecimento Global de há 15 anos para cá, porque é que considera tão urgente que nós tornemos o Arrefecimento Global mais rápido?

Activista do Greenpeace: ... Não acredito...

Christopher Monckton: Então é uma questão de fé. O que me intriga é que você não sabe nada sobre o Clima e, no entanto, quer mudá-lo numa determinada direcção...

Activista do Greenpeace: ... Mas eu acredito em organizações como o Greenpeace...



segunda-feira, novembro 21, 2016

Como as Grandes Petrolíferas (Big Oil & Gas) beneficiam do Alarmismo do Aquecimento Global



Larry Bell – Forbes – 22/5/2012

Considero um pouco cómico quando cientistas e outros que expressam publicamente cepticismo sobre uma ameaça de catástrofe provocada pelo aquecimento global são acusados de estar no bolso do Big Oil [expressão usada para descrever as sete ou oito maiores empresas de petróleo e gás do mundo]. Estamo-nos a referir a petróleo e gás... Principais matérias-primas comerciais de que todo o mundo depende desesperadamente. Alguém imagina que as grandes petrolíferas estão muito preocupadas com a concorrência das "alternativas renováveis" não-fósseis, como o etanol [biocombustível produzido, geralmente, a partir do milho, cana-de-açúcar, mandioca ou beterraba], os moinhos de vento e os raios de sol? Alguém pensa realmente que os veementes ataques dos que querem regular os gases com efeito estufa sobre a energia a carvão não são senão uma bênção para as grandes petrolíferas?

Comida ou Combustível?

8 alqueires de milho = 21,6 galões (81,6 litros) de Etanol ou comida suficiente para alimentar uma pessoa durante um ano. Quase mil milhões de pessoas vão passar fome esta noite, e, no entanto, os Estados Unidos irão transformar quase 5 mil milhões de alqueires de milho em etanol. Seria o suficiente para alimentar 412 milhões de pessoas durante um ano inteiro. Tudo isto para "combater o Aquecimento Global".

Em primeiro lugar, em relação a esse etanol "verde", repare-se que, na realidade, o etanol produz pouco ou nenhum ganho líquido de combustível. Se tomarmos em conta todo o gasóleo necessário para alimentar os tractores que são necessários para plantar, fertilizar e colher o milho, juntamente com a energia necessária para o transformar em álcool. Por isso, para aqueles que estão preocupados com o Aquecimento Global, depois de se contabilizar todas as emissões de CO2 libertadas na produção e queima do etanol em veículos, não há grande diferença, se houver alguma, em comparação com o petróleo que seria queimado. O que deveria importar a toda a gente, no entanto, é que o etanol tem uma densidade de energia muito menor do que a gasolina, o que significa que produz menos quilómetros por litro.

E embora o etanol não tenha nenhuma conexão racional com o clima, tal não significa que as grandes petrolíferas tenham algum problema em aderir à "Onda Verde". Por exemplo, a Koch Industries [um dos maiores oligopólios dos EUA], através das suas subsidiárias - Flint Hill Renewables e Koch Supply & Trading, comprou várias refinarias de etanol no estado de Iowa e, juntamente com a sua refinaria de Minnesota, terá capacidade de abastecer cerca de um décimo do mercado norte-americano.

Como Brad Razook, presidente do Flint Hills Renewables, comunicou aos seus funcionários num boletim informativo da empresa: "Os novos mercados ou mercados emergentes, como os combustíveis renováveis, são uma oportunidade para criarmos valor dentro das regras que o governo estabelece". Continuando: "Afinal, a produção de etanol é fortemente subsidiada, mandatada e protegida".

Porquê perder a oportunidade de ganhar dinheiro misturando petróleo com álcool feito de cereais... pelo menos enquanto os eleitores forem suficientemente ingénuos para tolerar esta loucura do Estado Federal, e os contribuintes e os consumidores se puderem dar ao luxo de pagar os custos adicionais?

O combustível "verde" Etanol é produzido com 1/5 de Milho e 4/5 de Petróleo

No fim de contas, a Agência de Protecção Ambiental dos Estados Unidos (EPA) não quer refinarias de petróleo a ganhar muito dinheiro, e está a fazer tudo para evitar que isso aconteça. Nos últimos seis meses, três refinarias que fornecem cerca de metade de toda a gasolina, diesel e combustível de aviões da Costa Leste dos Estados Unidos, foram fechadas em grande parte devido a custos excessivamente dispendiosos fruto de regras ambientais. A refinaria da Sunoco no nordeste, em Filadélfia, perdeu quase mil milhões de dólares US $ 1.000.000.000) nos últimos três anos depois de gastar mais de 1,3 mil milhões de dólares para fazer face a regras ambientais mais rígidas.

O gás natural dos Estados Unidos, extremamente abundante, representa uma alternativa cada vez mais atraente de longo prazo como combustível automóvel. Com base em benefícios climáticos teóricos, a EPA está a forçar activamente essa transição para uma alternativa "mais limpa". Impondo a autorização sob a Clean Air Act [Lei do Ar Limpo] para emissão de gás de estufa padrão nos veículos motorizados como um "poluente atmosférico regulamentado", a EPA propõe impor restrições de CO2 aos modelos automóveis de 2017 e mais tarde aos camiões leves.



Mas não seria de esperar que a EPA estivesse ciente de que o uso progressivo de gás natural irá encorajar mais fracking [fractura hidráulica - método que possibilita a extracção de combustíveis líquidos e gasosos do subsolo], a fim de explorar as nossas enormes reservas de xisto de petróleo? Isto é algo que a EPA aparentemente não gosta nada. A sua última jogada é tentar ligar esta tecnologia, de segurança comprovada de seis décadas, à poluição da água potável.

A energia eólica também fornece uma enorme oportunidade de crescimento para o gás natural, um facto bem compreendido por T. Boone Pickens [um ex-homem do petróleo que se converteu em profeta das energias alternativas], que é, afinal, um homem muito inteligente. Lembram-se quando ele foi notícia no horário nobre em 2007, anunciando planos para construir o maior parque eólico do mundo nas suas terras, um empreendimento de 10 mil milhões de dólares e 2.700 turbinas capaz de produzir electricidade suficiente para suportar um milhão de casas?

Talvez também se lembrem que Pickens é um concorrente sério no negócio de gás natural. E uma vez que o vento é altamente intermitente, é necessária uma "turbina de reserva" com capacidade de energia necessária para equilibrar constantemente as flutuações na rede eléctrica. Isto envolve geralmente o uso ineficiente de turbinas a gás natural que estão conectados à rede eléctrica.

Conseguir uma rede equilibrada exige que, quando o componente de geração de energia eólica aumenta, as temperaturas das caldeiras de turbinas a gás tenham de ser reduzidas para manter a igualdade entre oferta e a procura. Isto envolve desperdício de calor para o arrefecimento, e depois mais desperdício para aquecer novamente o sistema sem realizar qualquer trabalho adicional. E uma vez que as reservas não param de consumir combustível enquanto a geração eólica está a ocorrer, qualquer poupança de energia ou redução de emissões de CO2 são em grande parte simples mitologia.

Quanto às exigências de fornecer electricidade aos milhões ou ziliões de lares, é preciso ter em mente que existe uma confusão cuidadosamente cultivada pela indústria para não diferenciar entre as capacidades teóricas totais máximas (tipicamente megawatts) e os verdadeiros quilowatt-hora conseguidos com base nas condições médias anuais de vento previstas para um determinado local.

A imprevisibilidade e ineficiência das Eólicas

O vento é intermitente, e a sua velocidade muda constantemente. Muitas vezes não está disponível quando é mais necessário, como durante os dias quentes de verão, quando a procura de ar-condicionado é mais elevada. A produção também varia muito de acordo com a localização, as características topográficas e a época do ano. Embora o Texas seja um dos estados de energia eólica mais produtivos, com uma média de cerca de 16,8% da capacidade instalada, o Electric Reliability Council of Texas [Conselho de Confiabilidade Eléctrica do Texas] atribui um valor de 10% [de confiabilidade na disponibilidade de electricidade] devido à imprevisibilidade. Apenas cerca de 20% dessa capacidade está geralmente disponível durante os períodos de procura de pico de carga (por volta das 17:00 h), enquanto a geração média durante os períodos fora do pico de carga gira em torno de 40% da capacidade.

A central fotovoltaica da Amareleja no Alentejo é a maior da Europa. Custou 261 milhões de euros e é tão ineficiente como as centrais norte-americanas.

Tal como o vento, a energia solar é uma opção não confiável, intermitente, dependente da localização, que é fundamentalmente influenciada pelas condições atmosféricas diárias e sazonais. E não se conte com ela para recarregar o automóvel ou ligar o portátil à noite. Além disso, uma vez que é a fonte de energia mais cara de todas, fornecendo actualmente apenas cerca de 0,01% da electricidade dos EUA, não se espere que ela altere significativamente o panorama de energia dos EUA em breve.

E quanto ao carvão? É aqui que a turba reguladora do aquecimento global da EPA está a fazer tudo o que pode para ajudar a rapaziada do Big Oil & Gas [Grandes Petrolíferas]. Mais uma vez, a EPA não é provavelmente o maior problema da indústria do carvão, e está apenas a acelerar o seu declínio inevitável. Um adversário maior está no mercado livre do gás natural: mais barato, mais limpo e mais abundante. Como Jone-Lin Wang, chefe de pesquisa de energia global para a HERA CERA [consultor líder em empresas de energia, consumidores, instituições financeiras e Governos], disse ao Wall Street Journal, "a maior ameaça ao carvão é, de muito longe, o gás natural".

O declínio inevitável do Carvão

Considerando que em 2003 o carvão representou quase 51% de toda a electricidade dos EUA, a sua participação no mercado caiu para 43% durante os primeiros nove meses de 2011. Em contraste, a participação do gás natural saltou de menos de 17% em 2003 para quase 25%. Com a ajuda entusiasta da EPA, o consumo de carvão do sector eléctrico deverá cair 2% este ano, e 4% no próximo ano. Especialistas prevêem que 10% a 20% da capacidade de geração de carvão terá terminado até 2016.

quarta-feira, novembro 16, 2016

É o Sol que controla o clima da Terra. A influência do dióxido de carbono (CO2) é completamente irrelevante

O documentário The Great Global Warming Swindle (A Grande Farsa do Aquecimento Global - legendado em português-brasileiro) é um documentário produzido para o Channel 4 britânico, e apresenta-nos a opinião de cientistas, economistas, políticos, escritores e outros cépticos do "consenso" científico sobre o aquecimento global antropogénico. O documentário afirma que o aquecimento global provocado pelo homem é uma mentira e o maior embuste dos tempos modernos.

O filme defende que o "consenso" acerca das alterações climáticas é produto de uma indústria de biliões de dólares, criada e financiada por políticos com uma agenda de erradicação do "vírus do progresso" e pelo conceito malthusiano dos "limites do crescimento populacional", apoiada por histórias assustadoras de cientistas à procura de fundos e difundida pelos meios de comunicação e por ambientalistas fanaticamente anti-industriais.

The Guardian (26/04/2012) - Prof Paul Ehrlich, the world's most renowned population analyst, has called for a massive reduction in the number of humans and for natural resources to be redistributed from the rich to the poor.... – O Prof. Paul Ehrlich, o mais conceituado analista de população do mundo, sugeriu uma redução maciça no número de seres humanos para que os recursos naturais sejam redistribuídos dos ricos para os pobres....




"A actividade solar está actualmente num nível muito elevado, e está directamente ligada a mudanças na temperatura global. O mecanismo envolve raios cósmicos, bem como o calor do sol, ajudando na formação das nuvens. A actividade solar é muito mais influente no aquecimento e arrefecimento da Terra do que qualquer actividade humana ou natural."

"O vapor de água compõe cerca de 95% de todos os gases do efeito estufa e tem o impacto mais forte na temperatura do planeta. As partículas de água na forma de nuvens reflectem o calor do sol. Os efeitos das nuvens não podem ser simulados de forma exacta por cientistas que tentem prever o clima futuro e os seus efeitos no aquecimento global."

"A concentração total de dióxido de carbono na atmosfera terrestre é de apenas 0,054%, uma fracção minúscula. Além disso, as actividades humanas contribuem com menos de 1% desse total de dióxido de carbono. O documentário refere que os vulcões produzem significativamente mais CO2 que o homem, enquanto as plantas e os animais produzem 150 gigatoneladas de CO2 todos os anos. As folhas a apodrecerem produzem ainda mais CO2 e os oceanos emitem de longe a maior parte do CO2. As actividades humanas produzem umas meras 6,5 gigatoneladas de CO2 todos os anos. O filme conclui então que as emissões humanas não podem estar a causar o aquecimento global."



Alguns dos cientistas que participaram neste Documentário:

Timothy Ball (Ph.D. em Ciência) - professor da Universidade de Winnipeg, publicou vários trabalhos na área da climatologia;

Fred Singer (Ph.D. em Física) - Professor emérito de ciência ambiental da Universidade de Virgínia e fundador e presidente do Science & Environmental Policy Project;

Richard Lindzen (Físico da Atmosfera), professor de meteorologia no Massachusetts Institute of Technology (MIT). Escreveu mais de 200 trabalhos e livros;

John Christy (Ph.D. em Ciências da Atmosfera), cientista climático, professor de Ciência da Atmosfera e Director do Centro de Ciências do Sistema da Terra na Universidade do Alabama;

Roy Spencer (Ph.D. em Meteorologia) – meteorologista e cientista principal de pesquisa na universidade de Alabama em Huntsville, e líder da equipa da ciência dos EUA. de radiometria avançada por satélite da NASA;

Patrick Michaels (Ph.D. em Climatologia Ecológica) - foi professor de pesquisa de ciências ambientais na Universidade de Virgínia. É ex-presidente da Associação Americana de Climatologistas;

Eigil Friis-Christensen (Ph.D. em Geofísica) - foi Chefe da Divisão de Física Solar-Terrestre, do Instituto Meteorológico Dinamarquês. Foi professor adjunto de geofísica e física espacial de 1996 a 2006 no Instituto Niels Bohr da Universidade de Copenhaga e foi autor de mais de 140 artigos e livros de pesquisa. Foi Director do Centro Espacial Nacional Dinamarquês;

Nir Shaviv (Doutorado em Física) - Professor de física, que faz pesquisa nos campos da astrofísica e da ciência climática. É professor do Instituto Racah de Física da Universidade Hebraica de Jerusalém, do qual ele é agora presidente. É conhecido pela sua tese da influência solar e dos raios cósmicos na mudança climática;

Nigel Calder foi editor da New Scientist entre 1962 e 1966;

Paul Reiter é professor de entomologia médica no Instituto Pasteur de Paris. É membro do Comité Consultivo de Especialistas da Organização Mundial de Saúde em Vectores de Biologia e Controlo;

Patrick Moore (Ph.D. em ecologia) - é um cientista canadiano e ex-presidente do Greenpeace (do qual é crítico há 21 anos);

Philip Stott é professor emérito de biogeografia na Escola de Estudos Orientais e Africanos da Universidade de Londres e ex-editor (1987-2004) do Journal of Biogeography;

Piers Corbyn - Mestrado em Astrofísica na Universidade de Londres;

Ian D. Clark é professor do Departamento de Ciências da Terra da Universidade de Otava (Canadá), que tem vindo a publicar trabalhos sobre geociências, águas subterrâneas e geoquímica desde 1982;

Syun-Ichi Akasofu é director fundador do Centro Internacional de Pesquisa do Árctico da Universidade do Alasca Fairbanks (UAF). Anteriormente tinha sido director do Instituto Geofísico desde 1986;

Paul Driessen - Bacharel em geologia e ecologia pela Universidade de Lawrence;

Carl Wunsch (Ph.D. em Geofísica) - foi Professor de Oceanografia Física no Instituto de Tecnologia de Massachusetts. É conhecido por seus primeiros trabalhos em ondas internas e, mais recentemente, pela pesquisa sobre os efeitos da circulação oceânica sobre o clima.

segunda-feira, novembro 14, 2016

"A temperatura não mudou efectivamente durante os últimos 20 anos. No entanto, os modelos estão a dizer que a temperatura vai aumentar extraordinariamente. Assim, o que fizeram foi alterar os dados anteriores para se ajustarem ao modelo. Isto é fraude."


Ph.D. Ian Plimer é ex-professor de Geologia de Minas na Universidade de Adelaide, Austrália do Sul, e professor emérito de Ciências da Terra na Universidade de Melbourne. Plimer tem dois livros publicados contestando a existência de mudanças climáticas provocadas pelo homem.

"O clima sempre mudou. Sempre mudou e sempre mudará. O nível do mar também sempre mudou. Os icebergues vêm e vão. A vida está sempre a mudar. Extinções de espécies são normais. O Planeta Terra é dinâmico e em evolução. As alterações climáticas são cíclicas e aleatórias. Sob o ponto de vista de um geólogo, eu ficaria realmente preocupado se não houvesse mudança na Terra ao longo do tempo. À luz das grandes e rápidas mudanças climáticas naturais que já ocorreram, até que ponto é que os seres humanos têm alguma capacidade real de mudar o clima?"